É verdade!
Ontem confrontei a minha Supervisora Nocturna sofre o facto de Ela monopolizar muito tempo na auditoria dos caloiros do meu departamento.
Obviamente que me sinto posto de lado. Será coisa boa? Será coisa ruim? Não sei... Pode ser algo paradoxal...
O certo é que é uma honra ser auditado pela ilustríssima Supervisora Nocturna. Já me aconteceu antes e eu faço um esforço brutal para corrigir erros que cometo sub conscientemente, sem querer, querendo! (^_^")
Ora, da última vez eu era um boi ao telefone porque marginalizava sempre o cliente e tinha um fecho de venda deficiente. Agora eu já retifiquei estes aspetos negativos.
Vou dar um exemplo duma chamada de hoje, dia 24/mar:
TULULULU
- O senhor é um cliente muito importante para nós!
- Muito boa tarde, fala TeleJójó da Zon.
- Estou a falar com o excelentíssimo senhor Alforreca?
...
Ok, talvez tenha sido um bocado desesperado ao valorizar o cliente que fez a excelente escolha ao aderir os serviços da ZON - Operadora Líder na Fibra em Portugal. Porém, a conversa de valorizar logo no início não me pareceu artificial de todo. A minha Auditora Importada acha super artificial e ela diz que tenho de encaixar o conceito de valorização na hora certa.
O que me irá acontecer amanhã? Espero não apanhar clientes irados por causa da minha simpatia ao telefone. Dizem que sou muito passivo que uso muito bengalas como: de facto, certo, lógico, hum hum, sim sim, compreendemos, entendemos, percebemos, percecionamos e realmente. Este "realmente" é um mau hábito que apanhei ao escutar um colega caloiro. A culpa não é dele. É culpa minha pois ando concentrado a fantasiar que do outro lado da linha tenho um ALF ou um Chewbacca ou um Imperador Ming (O Impiedoso) ou até um Predador. São todos individualidades que personificam certos e determinados grupos de clientes.
Os que eu tenho muita dificuldade em entender, são o Chewbacca.
Os que exigem tudo e mais alguma coisa, são representados pelo Imperador Ming.
Os mais simpáticos são tipo ALF.
Os que se divertem em moer a minha mioleira, falando pouco e com dialeto bizarro, são os Predadores.
Sushi é da opinião que tou fazendo um nó na cabeça, sem necessidade alguma!
Sonzaço!
Ontem confrontei a minha Supervisora Nocturna sofre o facto de Ela monopolizar muito tempo na auditoria dos caloiros do meu departamento.
Obviamente que me sinto posto de lado. Será coisa boa? Será coisa ruim? Não sei... Pode ser algo paradoxal...
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Cliente ALForreca! |
Ora, da última vez eu era um boi ao telefone porque marginalizava sempre o cliente e tinha um fecho de venda deficiente. Agora eu já retifiquei estes aspetos negativos.
Vou dar um exemplo duma chamada de hoje, dia 24/mar:
TULULULU
- O senhor é um cliente muito importante para nós!
- Muito boa tarde, fala TeleJójó da Zon.
- Estou a falar com o excelentíssimo senhor Alforreca?
...
Ok, talvez tenha sido um bocado desesperado ao valorizar o cliente que fez a excelente escolha ao aderir os serviços da ZON - Operadora Líder na Fibra em Portugal. Porém, a conversa de valorizar logo no início não me pareceu artificial de todo. A minha Auditora Importada acha super artificial e ela diz que tenho de encaixar o conceito de valorização na hora certa.
O que me irá acontecer amanhã? Espero não apanhar clientes irados por causa da minha simpatia ao telefone. Dizem que sou muito passivo que uso muito bengalas como: de facto, certo, lógico, hum hum, sim sim, compreendemos, entendemos, percebemos, percecionamos e realmente. Este "realmente" é um mau hábito que apanhei ao escutar um colega caloiro. A culpa não é dele. É culpa minha pois ando concentrado a fantasiar que do outro lado da linha tenho um ALF ou um Chewbacca ou um Imperador Ming (O Impiedoso) ou até um Predador. São todos individualidades que personificam certos e determinados grupos de clientes.
Os que eu tenho muita dificuldade em entender, são o Chewbacca.
Os que exigem tudo e mais alguma coisa, são representados pelo Imperador Ming.
Os mais simpáticos são tipo ALF.
Os que se divertem em moer a minha mioleira, falando pouco e com dialeto bizarro, são os Predadores.
Sushi é da opinião que tou fazendo um nó na cabeça, sem necessidade alguma!
Sonzaço!
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