Ontem, segunda feira, um amigo meu espetou um ferro qualquer no desviador e isso empenou o LX + corrente. Isto foi em pleno nenhures. Conclusão: o moço não acreditou quando eu disse para começarmos a dar corda aos sapatos antes que ficasse escuro.
Não tou a brincar, estávamos a 13km de casa e eram 17h30. Ele baixou o selim e usou a bike como se não tivesse pedais, como fazem as crianças. Assim que chegámos ao asphalto, eu comecei a empurrar mas era tão difícil. Basicamente, a Margem Sul tem subidas curtas mas super inclinadas, o que complica empurrar um peso morto com rodas pois é um braço para empurrar, outro braço para pilotar a minha bike e muita força para pedalar em frente.
Porque tanto esforço? Bem, por motivos de confiança elevada na Sushi, eu não levei câmara de ar ou sequer bomba para encher porque tinha os "fat tyres germânicos" e como eu que este meu amigo trás sempre uma câmara de ar e uma bomba para encher... 1+1 são 2 e pronto.
Portanto, com duas câmaras de ar, é possível rebocar um irmão biciclista em apuros. Infelizmente não trouxe a dita câmara de ar e lá tive de usar a velha arte milenar do empurrar o irmão biciclista em apuros.
De salientar que esta técnica pode estragar entre zero a duas câmara de ar. A zona da válvula não fica muito boa com os esticões...
Passado uns 1000m, nós descobrimos uma alma caridosa que tinha uns 7 metros de fio telefónico para emprestar. Que sorte!

Montámos a cablagem e Sushi fez uns penosos 7km com um peso morto de 82kg aos esticões, uma vez que revelou-se difícil puxar tal peso com uma cadência constante.
Numa das subidas pus-me a pensar no limite de carga da Sushi. Para quem não sabe, o limite de carga é 120kg e eu já ocupo 110 deles, o que sobra uns 10kg para o colapso total. O que interessa é que o fio telefónico aguentou esta tensão de carga, portanto, caso depender a vossa vida num fio telefónico, força! Ele aguenta connosco!
Pedalei até à Motex, que fica em Corroios. Esperámos tempos e tempos até que o mecânico arranjou um bocadinho de tempo para o meu amigo. O mecânico com duas chaves inglesas e um chave sextavada de 5mm desempenou tudo em 15min a custo zero. Foi muito fixe pois já não precisava de fazer a subida de Corroios-Feijó com 200kg. Mesmo assim, sugeri ao moço para comprar uma corrente nova. Não vale apena 10€ de corrente dar cabo duma transmissão de 150€, né?
No meio disto tudo, até me espanta como não fomos atropelados. É complicado fazer os cruzamentos a pé e do outro lado montar as bikes, esticar o fio e depois começar a pedalar com o elemento de trás em andamento.
P.S. - Acho que deveria começar a tratar os meus "amigos" pelos nomes. Ou então, tratá-los pelos nicks.
Não tou a brincar, estávamos a 13km de casa e eram 17h30. Ele baixou o selim e usou a bike como se não tivesse pedais, como fazem as crianças. Assim que chegámos ao asphalto, eu comecei a empurrar mas era tão difícil. Basicamente, a Margem Sul tem subidas curtas mas super inclinadas, o que complica empurrar um peso morto com rodas pois é um braço para empurrar, outro braço para pilotar a minha bike e muita força para pedalar em frente.
Porque tanto esforço? Bem, por motivos de confiança elevada na Sushi, eu não levei câmara de ar ou sequer bomba para encher porque tinha os "fat tyres germânicos" e como eu que este meu amigo trás sempre uma câmara de ar e uma bomba para encher... 1+1 são 2 e pronto.
Portanto, com duas câmaras de ar, é possível rebocar um irmão biciclista em apuros. Infelizmente não trouxe a dita câmara de ar e lá tive de usar a velha arte milenar do empurrar o irmão biciclista em apuros.
De salientar que esta técnica pode estragar entre zero a duas câmara de ar. A zona da válvula não fica muito boa com os esticões...
Passado uns 1000m, nós descobrimos uma alma caridosa que tinha uns 7 metros de fio telefónico para emprestar. Que sorte!


Numa das subidas pus-me a pensar no limite de carga da Sushi. Para quem não sabe, o limite de carga é 120kg e eu já ocupo 110 deles, o que sobra uns 10kg para o colapso total. O que interessa é que o fio telefónico aguentou esta tensão de carga, portanto, caso depender a vossa vida num fio telefónico, força! Ele aguenta connosco!
Pedalei até à Motex, que fica em Corroios. Esperámos tempos e tempos até que o mecânico arranjou um bocadinho de tempo para o meu amigo. O mecânico com duas chaves inglesas e um chave sextavada de 5mm desempenou tudo em 15min a custo zero. Foi muito fixe pois já não precisava de fazer a subida de Corroios-Feijó com 200kg. Mesmo assim, sugeri ao moço para comprar uma corrente nova. Não vale apena 10€ de corrente dar cabo duma transmissão de 150€, né?
No meio disto tudo, até me espanta como não fomos atropelados. É complicado fazer os cruzamentos a pé e do outro lado montar as bikes, esticar o fio e depois começar a pedalar com o elemento de trás em andamento.
P.S. - Acho que deveria começar a tratar os meus "amigos" pelos nomes. Ou então, tratá-los pelos nicks.
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